[L'08 QF1] QUARTAS DE FINAL, JOGOS DE IDA

BOCA JUNIORS 2×2 ATLAS: os mexicanos já estão escolados em obter bons resultados contra o todo-poderoso BOCA, seja na Argentina, seja no México. O importante é ser destemido nos contra-ataques e explorar as bolas aéreas - o grande defeito da zaga boquense. PALERMO, PALÁCIO e RIQUELME jogaram muito menos do que deles se espera e a torcida XENEIZE não teve a mesma força no JOSÉ AMALFITANI, estádio do VÉLEZ SARSFIELD em função da suspensão da BOMBONERA.

SÃO PAULO 1×0 FLUMINENSE: venceu o melhor plantel do melhor técnico. Jogo apertado e cheio de alternativas, em maior quantidade para o TRICOLOR PAULISTA. Infelizmente, o ídolo RENATO PORTALUPPI precisa comer muito feijão até tornar-se um técnico de ponta. O mesmo vale para o pseudo-craque do time, o meia THIAGO NEVES, que não jogou absolutamente nada e ainda saiu de campo substituído demonstrando falta de maturidade com um ridículo piti.

SAN LORENZO 1×1 LDU: a vaca ficou osca para o centenário clube argentino, que investiu pesado repatriando o apenas razoável meia ANDRÉS D’ALESSANDRO. Depois de eliminar o tradicional RIVER PLATE e de manter-se há um bom tempo na liderança do atual campeonato argentino, apresentou uma perigosa recaída naquela máxima infame de “grande contra os grandes, pequeno contra os pequenos”. Assim como o BOCA de CARLOS ISCHIA não é mais o mesmo do lendário CARLOS “PROFESSOR AÉREO” BIANCHI, a própria LDU não é mais aquela que foi até a semifinal de 2006, quando o que parecia impossível aconteceu. Com um time pior, pode chegar lá novamente.

CLUB AMERICA 2×0 SANTOS: apesar de ter feito uma preparação mais dedicada a fim de atuar na altitude sem sofrimentos físicos por ter viajado ao México com uma antecedência de cerca de uma semana e do árbitro argentino HECTOR BALDASSI ter anulado um gol legítimo do ótimo centroavante CLEBER PEREIRA no 2º tempo, a zaga do PEIXE facilitou horrores a vida do gordito centroavante paraguaio CABAÑAS, que marcou duas vezes. O problema de jogar na altitude mesmo com um bom preparo físico e conhecimento do adversário é o desconhecimento da velocidade, do efeito e da força do movimento da bola no ar rarefeito. Para o jogo de volta, apesar da vantagem do alçapão da VILA BELMIRO e de saber jogar em seu gramado bem cuidado porém pequeno, o SANTOS vai sofrer muito com o aumento do oxigênio no sangue dos jogadores do AMERICA, que corre muito mais ao nível do mar, como pôde experimentar o FLAMENGO no vexame da semana passada.

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PALPITE DO BLACKÃO: quem empatou fora classifica, assim como quem ganhou em casa na ida. Afinal de contas, os empates foram com gols e sem medo do adversário, assim como as vitórias ocorreram sem sofrer gol em casa.

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